Eu sou Deus - Giorgio Faletti

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Os fantasmas da Guerra do Vietnã assombrando o presente... Um veterano de guerra que viveu e viu coisas demais e nunca se recuperou...

Vivien Light, detetive da polícia de New York, estava às voltas com um cold case: um desconhecido com o corpo emparedado em uma obra que estava sendo demolida e morto há anos, uma carteira e uma foto antiga... Enquanto cuidava deste inusitado caso, explosões acontecem em um prédio da cidade matando vários inocentes. Imediatamente toda a Inteligência americana se mobiliza com o poderia ser mais um caso de terrorismo. Vivien vai fazer parte da força-tarefa designada para o caso.

Russel Wade, jornalista fotógrafo, filho de uma das famílias mais ricas americanas, é a ovelha negra da família: usuário de drogas, jogador inveterado, mulherengo contumaz, Wade vende o almoço para pagar o jantar. Sua carreira totalmente desacreditada no mundo jornalístico, abandonado pelos pais, Wade procura um traficante para conseguir alguma droga e assim passar a noite e se divertir com mulheres. Ao chegar ao apartamento do traficante, Russel se depara com uma cena aterrorizante: Ziggy, o traficante estava se esvaindo em sangue, esfaqueado e à beira da morte, Ziggy tenta ainda mostrar a Russel o que possivelmente seria o motivo do seu assassinato: um Xerox de uma antiga carta, com conteúdo atemorizante.

Russel procura a polícia e em troca de suas informações, exige acompanhar a detetive responsável pelo caso, Vivien, para após, publicar uma matéria com conteúdo exclusivo.
Assim, uma dupla improvável se forma: a dura e correta Vivien e o perdido que procura a redenção, Russel. As explosões continuam acontecendo, a cidade está tomada pelo pânico e a as pistas vão desenterrando uma história antiga e cheia de crueldade e loucura.

Eu sou Deus, do italiano Giorgio Falleti (Intrínseca – 2011) é realmente sensacional. Romance policial com todos os elementos necessários para prender o fã do gênero: várias tramas paralelas, aparentemente sem ligação ( e você tentando desesperadamente estabelecer uma conexão!), uma condução investigativa repleta de mistérios, personagens fortes, vinganças pessoais, e um autor que costura esta imensa colcha de retalhos com maestria!!! Faletti arrasa no livro!! 

Giorgio Faletti é o autor de Eu Mato, cuja resenha você leu aqui no blog, mas Eu sou Deus é infinitamente superior ao seu romance de estréia! Se você leu Eu Mato e gostou, vai delirar com Eu sou Deus... um final que me surpreendeu ( e olha que sou BOA para deduzir os desfechos) e um casal romântico que deu cor à história sem desviar o leitor do foco principal.
LEIA, LEIA, LEIA!!!! Pare tudo o que está fazendo e vá ler agora! Eu sou Deus é TOP TEN das leituras de La Sorcière em 2011 =) Maré de leitura boa! Adoroooooo!

9 comentários:

Celsina 25 de maio de 2011 09:25  

Eii Alê!!! Que saudade daqui menina (desculpa ter sumido) =p

Desde sua resenha de EU MATO, morro de vontade de conhecer esse autor. Agora então... Mais ainda!
Como sempre a resenha está perfeita ^.^

Beijosss!

Kate 25 de maio de 2011 14:17  

Tenho mta vontade de ler, mas acho q leria Eu Mato antes...

http://conversandocomdragoes.blogspot.com/

Fábrica dos Convites 25 de maio de 2011 15:19  

Não li ainda o primeiro livro, mas pelas resenhas que tenho lido, não vou poder ficar sem ler ester livros. Bjs, Rose;D

Renata 25 de maio de 2011 16:45  

Oi Alê!!!
Como é bom voltar a ler suas resenhas empolgadas e mais ainda encontrar seus comentário pelos blogs amigos. Seja muito bem vinda de volta.
Eu amei a resenha. Como sempre vc nos deixou com água na boca.
Já anotei a dica.
beijos e até sabado.

Nanda 26 de maio de 2011 11:19  

Ei Alê,

Saudade de vc amiga, depois tem que contar como anda tudo por aí =]

E o Leo o que anda lendo? Quero mais resenhas dele rsrs.

Ah eu fiquei fã do autor, amei este livro mas Eu mato ainda é meu favorito.

Sobre o Academia Knightley no começo achei bem forçado o Henry= Harry, Rohan = Rony e o Valmont? aff rsrs. Mas depois li no site da autora que ela é super fã de HP então acho que foi mais uma homenagem mesmo. O livro é muito bom, o Leo vai gostar. ^^

bjoo

Lu 26 de maio de 2011 13:24  

ei Alê,
eu adorei esse livro, achei a história maravilhosa.
ainda não li Eu Mato, mas já está na minha lista. ^^

beijos.

Kézia Lôbo 26 de maio de 2011 14:24  

Eitaa eu ainda nem li EU Mato, imagina esse ae, deve ser de arrepiar mesmo... A resenha está instigante, impossivel não querer ler!

Quemlefazseufilme 28 de maio de 2011 19:47  

Amiga, eu adorei esse livro. O autor tem um jeito bem detalhista que no começo me irritou um pouco, mas depois eu curti e entendi que ele gosta de caracterizar bem os personagens. Nenhum personagem aparece do nada, todos tem a sua história :-)

Bjsss

ninnafaeda 22 de julho de 2011 23:58  

Oi Alê! Adorei a resenha! Tenho vontade de ler esse livro, mas o tempo anda tão apertado!
Beijos!

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