O Desaparecimento de Katharina Linden - Helen Grant - Divulgação

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Lançamento legal da Bertrand Brasil, com clima sobrenatural e sombrio, uma capa lindaaaaa e um vídeo de  divulgação bem bacana!!! Confira abaixo a sinopse de O Desaparecimento de Katharina Linden, da inglesa Helen Grant, premiadíssima internacionalmente com seu romance de estreia! E logo mais, você confere a resenha aqui, no La Sorcière!

No dia em que Katharina desapareceu, Pia foi a última pessoa a vê-la. O terror se espalhou pela cidade. Como uma garotinha de dez anos poderia desaparecer num lugar em que todos se conheciam? Com uma escrita habilidosa e mágica, chega às livrarias o romance de estreia de Helen Grant, O Desaparecimento de Katharina Linden, vencedor do Alex Award de literatura juvenil.

O misterioso sumiço leva Pia a imaginar se algo sobrenatural e macabro ocorreu com a menina. Tal suposição está baseada nas histórias que o velho Herr Schiller lhe conta a respeito de fantasmas, bruxas e monstros do folclore local, que tratam de espíritos e zumbis que aterrorizam os habitantes da cidade. E, quando outras garotas desaparecem e Pia aprende mais lendas, sua teoria começa a fazer sentido.

Aliando histórias medonhas e figuras assustadoras ao terror de toda uma cidade com o desaparecimento de suas crianças, Helen Grant apresenta um livro para todas as idades e perfeito para quem gosta de mistério, fantasia, amor e amizade.




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La Sorcière e... a tatuagem.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Então é assim: uma das malukets me liga pela manhã e chama para uma cerveja na hora do almoço. Cerveja vai, cerveja vem e começa o papo da tatuagem: eu sempre quis uma tatuagem! Eu tambémmmmm! Mas e a coragem? É eu também não tenho... deve doer. Eu queria uma coisinha pequenininha, bem escondida e discreta... Muitas cervejas depois, eu não sei como, mas tinha parado dentro de um estúdio de tatuagem. 

Eu pensava o tempo todo: minha mãe me mata, minha irmã me mata, meu filho me mata... mas cheia de coragem reforçada pelo álcool, olhava álbuns e álbuns de desenhos e mudava de ideia conforme mudava de álbum. Uma bruxa? Uma rosa? Uma tribal? Um dragão? Uma caveira? Uma carpa? Borboletas? Coração? Estrelinhas?? Onde fazer? Na nuca? No tornozelo? No braço? No pulso? Nas costas? Bom, eu passei por todas as fases, modelos e locais e não tinha me decidido: pelo andar da carruagem, eu iria virar um gibi ambulante: queria TUDO e em TODOS os lugares!

Quem vai primeiro?
A malukets da amiga vai primeiro. Fico olhando pelo "aquário" ela fazendo careta, agarrada na maca e meio pálida. A coragem foi se esvaindo, a paúra foi chegando e eu fui amarelando... Já andava de um lado para o outro, tomava copos e copos de água, transpirava profusamente e rezava para minha vez não chegar NUNCA.

Bem... você precisa saber que a tatuagem pequenininha, bem escondida e discreta virou uma fênix gigante, bem no ombro e cheia de penas para todos os lados. Discreta feito a dona. 
E assim segue a vida... com La Sorcière louca, tatuada e feliz proprietária de uma fênix esvoaçante! Assim como ela, eu também renasci das cinzas!

PS: As Crônicas de La Sorcière são baseadas em fatos reais. Mas eu aumento, invento, minto um pouco e me divirto muito!

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4 de Julho - James Patterson

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Lindsay Boxer, chefe do departamento de homicídios e tenente da polícia de São Francisco, estava abalada com a morte de adolescentes eletrocutados em seu distrito. Os assassinatos estavam longe de serem resolvidos e Lindsay e sua equipe possuíam apenas uma pista: um Mercedes preto havia sido visto em ambas as cenas dos crimes e destoava totalmente do bairro pobre onde eles aconteceram.

Era final de seu expediente e Lindsay encontrou-se com suas amigas, a jornalista Cindy e a médica-legista Claire, em um bar. Entre uma marguerita e outra, em meio à muitas risadas e finalmente relaxada de toda tensão, Lindsay recebe o chamado de um policial dizendo que o Mercedes preto havia sido localizado. Abandonando as amigas no bar e rumando para a perseguição do carro suspeito, Lindsay jamais poderia supor o inferno que a esperava. Os adolescentes que dirigiam o carro estavam armados e dispararam várias vezes contra Lindsay e seu parceiro, inclusive, alvejando os dois. Ferida e vendo seu parceiro caído na rua, Lindsay não encontra outra saída a não ser atirar para defender sua vida. E o faz. Lindsay mata uma adolescente de 16 anos e deixa o outro adolescente de 13 anos tetraplégico com seus tiros.

O pai dos adolescentes atingidos quer sangue e a cabeça de Lindsay. Move um processo contra a tenente e Lindsay vai à juri, acusada de embriaguez, má conduta e abuso de poder. Chocada com a reviravolta injusta que o caso sofreu, Lindsay resolve se refugiar na casa de praia de sua irmã e de quebra fugir da imprensa insaciável enquanto aguarda o julgamento.

Mas a confusão parece caçar a Tenente. Vários crimes começam a acontecer na pacata Half Moon Bay. Todos com a mesma assinatura: assassinatos brutais e as vítimas açoitadas. E todos a recordavam de um crime não esclarecido sob sua responsabilidade há 10 anos atrás: o Anônimo 24.
Sentindo comichão por todo o corpo e se metendo fora de sua jurisdição, Lindsay começa investigar os crimes. E deve estar perto da verdade, porque começa sofrer atentados contra sua vida, sente-se vigiada e tem seu carro sabotado.

Passando as agruras do injusto julgamento que pode destruir sua carreira e às voltas com o grupo assassino de Half Moon Bay, Lindsay recebe a ajuda de suas amigas e conta com a advogada Yuki Castellanos para livrá-la do banco dos réus.

4 de Julho, de James Patterson e Maxine Paetro (Editora Arqueiro - 2011) é ágil, objetivo e rápido de ler. Adorei os capítulos curtos e repletos de ação. Recheado de diálogos, o livro é romance policial bem ao meu gosto: policial durona, mas com um lado humano pronunciado, tramas interligadas, ação e um pouquinho só de romance para não desviar a atenção do leitor  do menu principal: desvendar os crimes.

As cenas de júri são angustiantes e enchem o leitor de indignação. Lindsay é massacrada pela mídia e pela população da cidade na qual ele dava a vida todos os dias para defender. Eu lia e espumava de ódio. Mas ao mesmo tempo, Patterson nos apresenta uma protagonista resolvida e de pavio curto, porém com um lado  amigável, afetuoso e leal que tornou a leitura leve e extremamente agradável. Li o livro inteiro no sábado porque não conseguia parar. E fazia tempo que não me sentia assim: consumida pela minha leitura. Andava dispersa e distraída, sem conseguir me concentrar. 4 de Julho me fez lembrar o quanto gosto de romances policiais objetivos e o quanto a leitura me faz viajar. LEIA.

O livro faz parte da série Clube das Mulheres Contra o Crime (que inspirou um seriado televisivo na FOX) e já tem seu próximo volume engatilhado: O 5º Cavalheiro. Não consigo esperar: manda bala aí Arqueiro e publica logo!

PS: Pontos para a Arqueiro que tem publicado livros bem legais com preços justos.

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La Sorcière e... Alta Voltagem!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Então é assim: mulher está sempre preocupada com alguma coisa ou insatisfeita com algo. Geralmente está relacionado ao seu visual: cabelo volumoso demais, curto demais, manchas na pele, celulites odiosas, estrias inconvenientes, pelos para depilar em vários locais estratégicos e... a eterna luta com a balança.

E às vezes, quando tudo parece encolher ao seu redor e apenas você cresce redonda e  gloriosa para todos os lados, você apela. Porque não tem nada mais triste do que passar fome o dia todo, andar como uma surtada pelo condomínio, ignorar a cerveja da sexta feira, subir na balança e não ver um mísero progresso apesar dos seus sacrifícios.

Daí que você tem um amigão médico e toda feliz, de posse de um pote de “bolinhas”, toma a primeira dose do coquetel molotov às 10:00h da manhã.

Passados 15 minutos eu suava, tremia, abria e fechava a porta, levantava e sentava, falava e gaguejava e só não babava porque não tinha uma gota de saliva na boca.

Ligo para o médico às 10:30h:
GustavoeutomeioremédioagoraenãoconsigoparardefalareandaretômeioTACemeiobestaejámandarameucalarabocaequandovoumelhorarmesmo????????

O médico bonitão:
-Meu amor, é assim  mesmo... os quatro primeiros dias o corpo se adapta à formula... tome do jeitinho que te ensinei, ok? Qualquer coisa, pode me ligar.

Mas o surto psicótico está longe de acabar: eu escrevo tudo sem pontuação, erro 3 autos de infração, implico com todo mundo, falo sem tréguas, sem descanso, sem intervalo, sem parar. Depois de quase ser jogada pela janela pelos colegas de trabalho, começo a desconfiar que tem alguma coisa errada e ligo para o médico:

-Gustavo, afomepassou,maseunãoparodetremeresuarefalareachoquetemalgumacoisaerradaquehorasvoumelhorarmesmo??

O médico sério: 
-Alexandra, é normal a sensação de ritmo acelerado, a gente tinha conversado sobre isso lembra? Não tome a dose das 5 horas, ok?

Às 15:00h eu já transpirei mais do que estivesse em uma sauna úmida, já briguei com o motorista, com 3 colegas e com a chefe. Liguei para o ex-marido e aproveitei a doideira e xinguei bastante também! Aliviada, mas totalmente psicopata, achei melhor garantir que não ia morrer até o final do dia e liguei para o médico de novo:
ôGustavo,naboaeutôsentindoocoraçãoaceleradotômalhumoradaninguémentendeoqueeufaloenemeumeaguento...oqueeufaço?

O médico seco:
-Eu já te falei que é assim mesmo. Depois de 4 dias você se acostuma. Não está sentindo fome, está?

Não, fome não. Só fúria assassina, vontade de correr a São Silvestre, de cantar em cima da mesa, abrir a janela e pular para o estacionamento, dizer umas verdades na cara da vizinha, lavar e passar a roupa da semana e cortar a grama do jardim. Tudo ao mesmo tempo.

Ler? Nem pensar... meus olhos não acompanham meu raciocínio e minha cabeça dá volta em outros mil mundos que não só aquele que Scott Turow tenta me mostrar.

Às 17:00h tenho um convite para jantar com as amigas. Será que eu posso beber uma cervejinha??? Pô, é sexta feira e eu tô exausta de tanta agitação... mas... e se me fizer mal? Coquetel molotov e cerveja não combinam. Resolvo ligar para o médico:

-Gustavo, eu posso beber uma cerveja?

O médico grosso:
-NÃO, E PQP NÃO ME LIGA MAIS HOJE, PORRA.


PS: As Crônicas de La Sorcière são baseadas em fatos reais. Mas eu invento, aumento, minto um pouco e me divirto muito =)

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Foi assunto no Caldeirão:

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