FAB - A Intimidade de Paul McCartney - Divulgação

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Olá galera do Rio de Janeiro!!!
Preparem-se que em dezembro o Grupo Editorial Record e a Editora Best Seller estão programando um evento imperdível para os McCartney Maníacos: o lançamento do livro FAB - A Intimidade de Paul McCartney, de Howard Sounes, e um lançamento desses não pode passar em branco!! Vai rolar um super evento com direito a sorteio de livros, banda cover dos Beatles e... uma cerveja grátis para os 50 primeiros participantes \o/ 
Dá uma olhada no convite aí embaixo, se prepara e se jogaaaaaaa!!

Clica na imagem que aumenta!!

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La Sorcière e... a invasão de domicílio.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Imagem retirada daqui
Eu dormia feito uma princesa (afinal, estava ao lado de um príncipe!) quando, de madrugada, ouço uma gritaria infernal. Era minha mãe, enlouquecida, dizendo que tinha "gente" tentando entrar em casa. Ou seja: tinha ladrão no quintal.

Eu pulei da cama de um lado, o Príncipe Eleito do outro e fiquei rodando feito barata tonta no quarto sem saber o que fazer. Por uma roupa seria uma boa ideia, para começar. Teria sido fácil, se minhas pernas colaborassem. Parecia que eu era feita de gelatina, gelatina fora da geladeira por sinal. Nada de músculos ou ossos. Gelatina mesmo. Enfiei qualquer coisa pela cabeça e quando dei conta, my lover estava do lado de fora de casa. Pense que "o lado de fora da casa" significa: "onde estavam os assaltantes"!

Desesperei: meu pai berrava no andar de baixo, minha mãe gritava na escada, o lover xingava no quintal e o Leonardo roncava tranquilo, alheio ao estardalhaço que corria solto em casa.

Bem, eu tinha uma tarefa até que simples: devia ligar para a guarita de segurança (que diga-se de passagem, é na esquina de casa), porém, havia um fator complicante: eu não tremia. Eu chacoalhava. E gaguejava. E quase babava de pavor. Minhas pernas travaram e eu tentava discar e apertava todos os números errados. Quando consegui falar com o segurança, eu não lembrava o endereço de casa, nem o número da casa. Não lembrava nem meu nome.

Meu pai tinha tido um rompante de valentia e fechado a janela da sala (por onde eles tentaram invadir a casa) na mão do assaltante. E não contente, agarrou o revólver do desgraçado e tentou desarmá-lo, enquanto berrava: Ofélia, traz minha espingarda que vou matar esse filho-da-putaaaaaaaaa! Os meliantes saltaram o muro para fora de casa. A segurança chegou. Com holofotes portáteis que iluminavam tudo, armados e inesperadamente gentis e educados. E felizmente, controlados. Andaram pela casa toda. Pelos quintais, pelo jardim e pomar. E nada.

A história acabou com a chegada da polícia (também gentil, educada e armada até os dentes), um tombo na lavanderia e uma topada na quina do sofá por esta atrapalhada que vos escreve. Fraturei outro dedo do pé. Meu pai machucou três dedos da mão. Minha mãe ficou rouca. O Léo dormiu o tempo todo. Eu tenho a sensação que não vou dormir nunca mais.

PS: As Crônicas de La Sorcière são baseadas em fatos reais. Porém, eu invento, aumento, minto um pouco e me divirto de montão. Mas devo admitir que desta vez, não foi nem um pouco engraçado...
PS2: Os defensores dos direitos humanos que me desculpem, mas lugar de bandido É NA CADEIA. Vendo o sol nascer quadrado.

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O diário de Suzana para Nicolas - James Patterson

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Suzana sentiu um aperto no peito, que rapidamente se transformou em uma dor lancinante. Era médica e sabia o que estava acontecendo: ela estava tendo um infarto. Aos 35 anos, bem sucedida profissionalmente, com uma vida voltada ao trabalho, perdida em sucessão interminável de plantões, Suzana decidiu mudar radicalmente as prioridades de sua vida.

Largou tudo.

Mudou-se para a bucólica ilha de Marthas Vineyard, cenário de sua infância. 

Comprou uma casa na beira do mar. 

E foi ser médica da pequena comunidade da ilha.

Durante a reforma de sua nova casa, Suzana começou a prestar atenção no pintor e faz-tudo que ela contratou: o bronzeado, bem-humorado e apaixonante Matt. Poeta e pintor nas horas vagas, Matt envolve Suzana numa história de amor saída de um conto de fadas... Repleta de delicadeza e romance, a história de Matt e Suzana desdobra-se em episódios cheios de significado e beleza.

Katie lia tudo isso desacorçoada e em total desespero! Como assim?! Ela e Matt estavam juntos e eles eram perfeitos... ela estava com a prova deste amor crescendo em seu corpo... Desiludida, perdida e abandonada por Matt, Katie vai virando as páginas do diário de Suzana e à cada página, vai conhecendo a história de amor, dor e sofrimento dos personagens.

O diário de Suzana para Nicolas, James Patterson (Arqueiro - 2011) reabre com chave de ouro minha temporada de leituras e resenhas aqui no blog! Drama da primeira à última página. Confesso que li por pura curiosidade, afinal, Patterson é um aclamado e conhecido escritor de romances policiais. Como ele iria se virar escrevendo um romance que beira à tragédia?? MUITO BEM. Quem é bom escreve em qualquer estilo. Patterson arrasa neste livro delicado e dolorido. 

Vamos desvendando juntamente com Katie os episódios, fatos e acontecimentos que construíram a história de amor entre Matt e Suzana e que influenciaram diretamente na vida de Katie. Com uma dose insuspeita de mistério, Patterson cria uma trama contada de trás para frente, onde você só sabe o desfecho no último capítulo, depois de chorar baldes de lágrimas. 

A estrutura em que a história é narrada é extremamente interessante e diferente. Os capítulos são curtos e ágeis e a linguagem, fluída. Delicioso de ler. Uma surpresa à cada página. LEIA.

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La Sorcière e... o retorno.

sábado, 5 de novembro de 2011


Abro o notebook, acesso o Blogger, abro o La Sorcière e sinto um "estranhamento". Quase como se eu tivesse perdido a mão. Quase como se este espaço não fosse meu. 

Enferrujada, perdida e brigando com o teclado. Uma neófita.

Poderia inventar que tirei umas férias forçadas, que estou abarrotada de trabalho, que tive problemas com a internet. Mas seria mentira da gorda. 

A verdade é que tenho flutuado num mar de sensações, sorrisos, reencontro e um sonho muito, muito antigo que finalmente virou uma gloriosa realidade. E não leio. Porque passo o dia sonhando acordada, desligada e desconcentrada. Pego um livro, leio 10 vezes o mesmo parágrafo e penso: sobre o que este cara tá falando mesmo??? Fecho o livro, olho para o lado e vejo um par de olhos hipnotizantes me encarando. Esqueço o resto do mundo e aproveito para me convencer mais e mais que o amor é realmente lindo, abstrato e cor-de-rosa.

Mas... o La Sorcière, nossas conversas aqui, as amizades que fiz ao longo destes anos, parcerias e as histórias que contamos juntos são parte de mim também. E apesar de acreditar que posso tranquilamente viver só de amor, não fico sem meus livros e a convivência que eu e você temos aqui.

Esse blá blá blá todo é para dizer: EU ESTOU DE VOLTA. Mais despirocada... mais leve, mais feliz e mais do que apaixonada. Mas ainda assim, continuo a Loira-do-tiro-sangue-e-facada!

Algumas coisas vão mudar: os posts serão publicados às terças e quintas. As Crônicas (se a madame aqui estiver inspirada, é claro!!!) serão postadas aos sábados.

Fiquem felizes por mim. Nunca fui tão feliz em minha vida. O ano que começou com um atropelamento por uma Scania desgovernada, acaba com algo semelhante ao prêmio máximo de uma Mega Sena. É assim que me sinto: milionária.

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Foi assunto no Caldeirão:

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